Introdução:
A ordem do Senhor Jesus de anuncia o evangelho em todo mundo, para toda criatura, inclui pessoas de todo tamanho de diferentes etnias, sexo ou idade no meio está também as crianças, pois a vontade do Pai é que nenhuma delas se perca, mas que todas se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2.4).
População Brasileira
Atualmente, o Brasil possui a quinta maior
população do mundo, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), são as crianças de 12 anos abaixo e estimadas em 35,5
milhões de pessoas, 17,1% da população, em levantamento de 2018. Em uma
população de 210,7 milhões de pessoas.
E uma das áreas que muitos se tem esquecido de evangeliza, a maioria das igrejas principalmente aqui onde eu moro Rio Largo (AL), sempre foca a evangelização de pessoas adultas, pensando que os adultos trarão seus filhos, mais possa ser que traga os primeiros dias, mais ser as crianças não se senti confortável, essa vinda a igreja vai tornar estressante para seus filhos, que poderão não querer vir da próxima vez.
Porque se dedica a evangelização de criança.
Em consequência do pecado de Adão,
todos os seres humanos vêm ao mundo na condição de pecadores (Rm 5.12). Veja a confissão
de Davi: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe”
(Sl 51.5). Então, uma criança e nascida em pecado.
O Senhor Jesus falou claramente acerca da
salvação das crianças: “Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos
céus, que um destes pequeninos se perca” (Mt 18.14). Por que Jesus diria isto
se não houvesse a possibilidade de os pequeninos se perderem? Sua declaração
leva-nos a crer que a alma de uma criança está em perigo. Pense nisso.
O bebê é inocente apenas no sentido de que não tem consciência do pecado, por ser, ainda, mental e moralmente incapaz de praticá-lo. Embora portador do pecado original, não tem o pecado experimental. Por isso, dizemos que a criança está na “idade da inocência”. Se ela morrer nesse estado, irá para o céu, pois Deus não leva em “conta os tempos da ignorância” (At 17.30a). Todavia, a partir do momento em que a criança passa a distinguir entre o bem e o mal, torna-se culpada de seus erros e enquadra-se no restante do versículo: “anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30b). Jesus adverte que aqueles que servem de instrumento para pôr coisas pecaminosas diante dos outros e, especialmente, diante de crianças, receberão a extrema condenação (Mt 18.5-7).
Como podemos evangelizar as crianças.
Temos que desenvolver, em nossa igreja, a
evangelização infantil personalizada. Cada criança deve ser conhecida por seu
nome, por seus problemas e por sua realidade social. Saindo às ruas, praças e
outros lugares, reúna os pequeninos para ouvir a maravilhosa história da
salvação. Mas, antes, temos que treinar adequadamente a nossa equipe.
Acompanhando o discipulado, cada criança convertida age como seu pai
espiritual.
E podemos criar reforço de alfabetização para crianças aprenderem a ler a Bíblia, através da Bíblia sagrada, e assim eles crescerem já com o gosto da leitura da palavra de Deus, como Robert Raikes fez em Glocester.
Conclusão:
A fé em Cristo não é herdada, mas aprendida,
por isso Salomão em provérbio 22.6 escreveu “ensina a criança o caminho em que
se deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele”.